Se o papai ou a mamãe comem mal provavelmente a criança vai crescer comendo mal. Os pais são exemplos em tudo. Na educação alimentar não é diferente. Portanto, não adianta o casal comer sanduíche no almoço e refrigerante no almoço, por exemplo, e acreditar que os filhos trilharam outro caminho. Ou seja, se o filho não presenciar os pais saboreando uma deliciosa salada, ele não vai fazer o mesmo. 

É bom que os pais e, principalmente a mãe, inicie as modificações alimentares ainda durante a gravidez - que também exige uma boa alimentação, assim terão mais tempos para efetivá-las até que o bebê comece com as papinhas.

A mudança, em geral, é difícil, principalmente nas primeiras semanas, mas o investimento vale a pena. Caso a criança vá ficar aos cuidados de outra pessoa, como parentes e berçários, verifique como é a conduta deles também.

Papinha do bebê e os grupos alimentares

Uma boa papinha precisa incluir os três grupos alimentares: construtores (carnes de boi, de frango e de peixe, feijão, ervilha, proteínas), energéticos (arroz, macarrão, batata, carboidratos em geral) e reguladores (legumes, verduras, fibras).

Diversifique bastante. Oferecer o máximo possível de variedades de alimentos é importante para garantir o fornecimento de todos os nutrientes necessários ao crescimento do bebê.

É importante também para ele conhecer e se acostumar com a comida, descobrir suas preferências e tolerâncias. Quando é colocada em contato com muitos tipos de alimento, a tendência da criança é aceitar tudo, incluindo frutas, legumes e verduras.